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Igualdade e liberdade

Olavo Câmara
30/01/2021 às 06:10
Atualizada em 30/01/2021 às 06:10.
Durante o período que antecedeu a Revolução Francesa, os filósofos e líderes apregoavam: liberdade, igualdade e fraternidade. Em 1895, quando líderes russos fundaram o primeiro Partido Comunista, pregavam tão somente a igualdade real. No mundo capitalista as constituições fazem a defesa do liberalismo que se confunde com liberdade. No Brasil, a Constituição estabelece vários princípios da ordem econômica, dentre os quais se podem destacar: "livre iniciativa, livre concorrência e propriedade privada".
Dentre todas estas ideias, ideologias e princípios, surgem debates, mas ninguém pode dizer se esta ou aquela ideologia é a melhor. Os comunistas, por exemplo, tanto na antiga União Soviética, como em Cuba, Vietnã e China, sempre defenderam a igualdade real. No Brasil, a nossa Constituição defende em seu Artigo 5º que "todos são iguais perante a Lei".
Mas, note-se, somos iguais somente perante a Lei, não se tratando de igualdade real. A igualdade mata a liberdade? Ora, se tudo é igual e todos desfrutam dos benefícios da sociedade e do Estado, não haverá pelo que lutar. Os seres humanos são diferentes, nascem com talentos, vocações e ideias desiguais, daí a necessidade de liberdade para que aflorem as culturas, a criatividade e os talentos. A igualdade não pode ser imposta, mas para que haja igualdade real será necessário que as consciências das pessoas cresçam de tal maneira que haja desapego dos bens materiais, do dinheiro inclusive e das vaidades.
Em conclusão se pode afirmar que, se tudo se tornar igual, não haverá pelo que lutar em prol da própria vida. É preciso que as diferenças se aflorem e que sejamos diferentes para o bem de toda a humanidade. Quanto a fraternidade esta dependerá também da elevação da consciência, pois, caso contrário, imperará o materialismo, o domínio por fortunas, o egoísmo e a ganância. O Estado vai seguindo o seu curso e a humanidade tendo liberdade fará surgir, lentamente, lideranças políticas, sociais, filósofos e mestres que apontarão caminhos sábios. Mas está provado que a igualdade real mata a liberdade.
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Fundado por Paschoal Thomeu – circulou em 22 de novembro de 1975. Em 1992, o administrador de empresas e publicitário Sidney Antonio de Moraes adquiriu a marca e relançou o jornal em 27 de outubro. O projeto foi ganhando força e, em 23 de abril de 1997, o jornal, até então preto-e-branco e veiculado apenas uma vez por semana, passou a circular colorido e bissemanalmente. Em 18 de maio do mesmo ano, a circulação foi ampliada para trissemanal e, finalmente, em 21 de junho de 1997 concretizou-se o lançamento do Mogi News diário. São inúmeras ações que, aliadas à qualidade editorial e gráfica, consagram o Mogi News como o jornal mais lido e respeitado do Alto Tietê

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