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Febre amarela, previna-se!

Sueller Costa
25/02/2018 às 06:00
Atualizada em 25/02/2018 às 06:00.
Agora que o Carnaval acabou e as aulas voltaram a todo vapor, precisamos conversar sobre um assunto sério e que está sendo repercutido em todo Brasil. Vamos falar sobre a febre amarela, doença transmitida pelos mosquitos chamados Haemagogus e Sabethes. Eles costumam picar um animal infectado que, geralmente, vive em matas. E, após esse processo, podem acabar transmitindo a enfermidade para uma pessoa que visite essas áreas silvestres e não esteja imunizada, ou seja, recebido a vacina de prevenção.
Diante de casos alarmantes sobre a doença, os municípios intensificaram as campanhas de vacinação. E, desde novembro de 2017, toda a população, em especial, a que mora próximo a áreas silvestres, vem sendo alertada para tomar a vacina que está sendo aplicada em postos de saúde de cada região. A cada semana, as cidades organizam uma programação, indicando os locais que estão distribuindo a vacina. Se você ainda não se vacinou, procure já uma unidade de saúde!
A doença
A febre amarela é uma doença viral aguda, causada pelo vírus flavivírus, que pode ser prevenida por meio de vacinação. Ela é transmitida ao homem e a macacos por meio da picada de mosquitos infectados. Quando os mosquitos transmissores picam um macaco doente, por exemplo, este animal adquire o vírus e, depois de alguns dias, pode ser capaz de transmitir a febre amarela para o humano ou até mesmo para outro macaco.
O infectologista Jean Gorinchteyn explica a importância do macaco para se precaver o vírus. "Caso a população tente matar os macacos, achando que são eles os responsáveis pela doença, os mosquitos transmissores virão em busca do sangue do ser humano. O macaco é um forte aliado para o combate à febre amarela", comentou. "Por isso é necessário se prevenir, para que essa doença não se torne Febre Amarela Urbana, ou seja, quando a pessoa infectada pelo Haemagogus vem para a cidade portando o vírus e, em seguida, é picada pelo Aedes Aegypti. Com isso, esse mosquito, que é urbano, é capaz de transmitir a doença para um humano que não tomou a vacina, e assim, a enfermidade se proliferar", completou.
Os sintomas
Os sintomas iniciais acontecem quando há febre, calafrios, dores de cabeça intensa, dores nas costas e no corpo, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Quando os casos se tornam mais graves, as pessoas podem desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal) e, eventualmente, choque e insuficiência dos órgãos.
Prevenção
A melhor forma de se prevenir é tomando a vacina. Mas antes pergunte a um médico ou enfermeiro se você pode ou não recebê-la.
Há restrição a um grupo de pessoas, portanto, certifique-se
se você está nele. Além disso, recomenda-se o uso de repelente, especialmente se estiver próximo a área de mata.
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Fundado por Paschoal Thomeu – circulou em 22 de novembro de 1975. Em 1992, o administrador de empresas e publicitário Sidney Antonio de Moraes adquiriu a marca e relançou o jornal em 27 de outubro. O projeto foi ganhando força e, em 23 de abril de 1997, o jornal, até então preto-e-branco e veiculado apenas uma vez por semana, passou a circular colorido e bissemanalmente. Em 18 de maio do mesmo ano, a circulação foi ampliada para trissemanal e, finalmente, em 21 de junho de 1997 concretizou-se o lançamento do Mogi News diário. São inúmeras ações que, aliadas à qualidade editorial e gráfica, consagram o Mogi News como o jornal mais lido e respeitado do Alto Tietê

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